quinta-feira, julho 13, 2017

Cadernos Desobedientes, edições Cultra/Deriva

Netos diretos da famosa coleção 6Balas, dos anos 60, eis os livros dos Cadernos Desobedientes (edições Deriva/Cultra) que seguem, seguros, a mesma senda do êxito popular. Cada exemplar 5 euros:



quarta-feira, julho 12, 2017

Últimas apresentações da Deriva Editores: a foto reportagem

Regina Guimarães, autora de Desobedecer às Indústria Culturais, edições Deriva/Cultra, e Pedro Rodrigues, do Teatro da Cerca de S. Bernardo, Coimbra, debatem sobre o papel da cultura em Portugal

Casa cheia no Teatro da Cerca, em Coimbra. Debate interessante que se gerou entre gente que intervém cultural e socialmente na cidade. No fim, o debate sobre «Portugalito» um filme da autora

No Porto, na Cidade+, ponto de passagem alternativo a mesa constituída por Frederico Brandão, biólogo cujo trabalho se centra na Amazónia e organizador do projeto com Maria Helena Marques, antropóloga, autora de Guardar as Sementes, editado pela Deriva e Le Monde Diplomatique/Coop. Outro Modo

Houve debate e preocupações ambientais expostos pelos assistentes

Maria Helena Marques apresenta o seu livro, Guardar Sementes, no Gato Vadio, no Porto

Maria Helena Marques e António Alves da Silva, junto com Bruno Monteiro do Le Monde Diplomatique, falam sobre as preocupações ambientais que levam à preservação das sementes tradicionais e as formas de luta contra as multinacionais que as querem patentear. 

terça-feira, junho 20, 2017

Ainda à venda com o Le Monde Diplomatique «Guardar as sementes» de Maria Helena A.G. Marques

ISBN: 978-989-8701-28-2
REFERÊNCIA: 1510011
FORMATO: 12x19 cm
1ª EDIÇÃO: Junho 2017
PAG.  352
Preço: 12 euros

Em Portugal, a prática milenar dos agricultores de colher e guardar sementes para posteriores sementeiras permanece viva, sobretudo no âmbito da agricultura familiar prioritariamente destinada ao consumo doméstico. Ela é expressão de um modelo social em que o ideal de autosuficiência se mantém presente, não obstante a crescente uniformização de processos e produtos cultivados, bem como do uso de sementes e plântulas comerciais e das restrições legais relativas à sua produção e circulação. Entre as sementes mais salvaguardadas estão as das variedades tradicionais, cuja

especificidade resulta da especial adaptação aos lugares ecológica e socialmente distintos em que foram mantidas e, portanto, com a sua ligação à gastronomia local, à história familiar e colectiva. Neste livro, que resulta de uma pesquisa em antropologia, realizada sobretudo em Terra de Miranda e Beira-Serra algarvia, abordam-se diferentes perspectivas sobre a preservação de recursos fitogenéticos agrícolas e os interesses conflituantes em jogo, dando primazia ao ponto de vista daqueles que são os primeiros guardiões da agrobiodiversidade: os pequenos agricultores.

domingo, junho 11, 2017

Feira do livro em Coimbra. A Deriva no Pavilhão da Companhia das Artes


«Desobedecer às Indústrias Culturais», de Regina Guimarães. No Porto

(clicar para ver melhor)

As “indústrias culturais” e “criativas” estão por todo o lado e moldam os produtos artísticos de modo a que eles respeitem os padrões e imperativos comerciais. Nas nossas cidades, as indústrias ditas cul...e cria... transformam vento em evento e mostram-se aptas a enquadrar a mega operação de gentrificação do edificado que, na sequência de décadas de abandono e de especulação imobiliária, ainda não tinha sido conquistado e/ou investido pelas classes abastadas. Não acreditamos em bruxas pero que las hay las hay...
A facilidade com que nos é dado denunciar o processo de falsificação e desmontar o funcionamento
mercantilista das ditas indústrias culturais/criativas poderia levar-nos a pensar que é igualmente fácil
lutar contra a sua hegemonia, desobedecer ao seu ditame, escolher e partilhar outras sendas e outras
situações no campo da criação artística lato sensu. Ora, nada é menos certo. Mas é desse desejo e de
gestos que procuram concretizá-lo que este livro fala.

Regina Guimarães (Porto 1957) é escritora e videasta. Desenvolve trabalho nas brechas e nas margens da escrita, do cinema, da tradução, da canção, etc.

Título Desobedecer às Indústrias Culturais
Autora Regina Guimarães
ISBN  978-989-8701-29-9
REFERÊNCIA 1810003
FORMATO 10,5 x 14,8 cm
Nº PAG. 64
1ª EDIÇÃO junho 2017

PVP 5 euros

O livro pode ser adquirido através do mail: infoderivaeditores@gmail.com - ver condições neste blog através do item loja

sexta-feira, junho 09, 2017

«Guardar as Sementes», de Maria Helena A.G. Marques, já à venda com a edição do jornal Le Monde Diplomatique de junho 2017

«Guardar as Sementes», de Maria Helena A.G. Marques, o novo livro que acompanha o Le Monde Diplomatique de junho. Com a parceria Deriva Editores, Coop. Outro Modo.
À venda com a edição do jornal Le Monde Diplomatique, edição portuguesa, de junho 2017
ISBN: 978-989-8701-28-2
REFERÊNCIA: 1510011
FORMATO: 12x19 cm1ª EDIÇÃO: Junho 2017
PAG. 352
Preço: 12 euros

Em Portugal, a prática milenar dos agricultores de colher e guardar sementes para posteriores sementeiras permanece viva, sobretudo no âmbito da agricultura familiar prioritariamente destinada ao consumo doméstico. Ela é expressão de um modelo social em que o ideal de autosuficiência se mantém presente, não obstante a crescente uniformização de processos e produtos cultivados, bem como do uso de sementes e plântulas comerciais e das restrições legais relativas à sua produção e circulação. Entre as sementes mais salvaguardadas estão as das variedades tradicionais, cuja
especificidade resulta da especial adaptação aos lugares ecológica e socialmente distintos em que foram mantidas e, portanto, com a sua ligação à gastronomia local, à história familiar e colectiva. Neste livro, que resulta de uma pesquisa em antropologia, realizada sobretudo em Terra de Miranda e Beira-Serra algarvia, abordam-se diferentes perspectivas sobre a preservação de recursos fitogenéticos agrícolas e os interesses conflituantes em jogo, dando primazia ao ponto de vista daqueles que são os primeiros guardiões da agrobiodiversidade: os pequenos agricultores.
Índice
9 Introdução
14 Capítulo 1 DIVERSIDADE AGRÍCOLA E PLURALIDADE CULTURAL
19 A importância das variedades autóctones
21 O recuo da agricultura em Portugal: dos anos 70 do século XX ao século XXI
30 Capítulo 2 PATRIMÓNIOS EM CONFLITO
30 As plantas cultivadas: entre natureza e cultura
47 Capítulo 3 GUARDAR AS SEMENTES
49 Primórdios do estudo e conservação de plantas em Portugal
59 Ensino, investigação e difusão do saber agronómico em Portugal
63 O papel das ‘organizações da lavoura’ na difusão de novas técnicas agrárias
70 A prolífi ca Estação Agronómica Nacional
76 Os bancos de germoplasma vegetal
89 Banco Português de Germoplasma Vegetal (BPGV)
94 Um polémico Banco Global de Sementes
104 O papel das associações cívicas na preservação da agrobiodiversidade: o exemplo da Colher para Semear
111 Capítulo 4 DA ALDEIA DO NORDESTE TRANSMONTANO AO SÍTIO ALGARVIO
113 O sítio algarvio
114 Alto Trás-os-Montes e Terra de Miranda
119 O clima e o calendário agrícola
130 Entre a Serra do Caldeirão e o Barrocal
133 O Barrrocal
135 Diferentes climas e culturas agrícolas
140 O concelho de Loulé
142 Freguesias de Alte e de Salir
146 Monte Ruivo (Alte)
149 Brazieira do Meio (Salir)
149 O concelho de Silves
149 A freguesia de São Bartolomeu de Messines
155 Notas sobre o concelho de Ponte de Lima
159 A freguesia da Correlhã: lugar de Barros
162 Freguesia da Ribeira: lugar de Crasto
162 Freguesia Santa Comba: lugar de Santa Comba
163 Notas sobre o concelho de Cantanhede
166 Cordinhã
167 Freguesia de Portunhos: Pena
169 Capítulo 5 OS GUARDIÕES DE SEMPRE
170 Guardar sementes para poupar nos custos de produção
175 As sementes daqui
209 Semear para casa, plantar para vender; variedades rentáveis e para auto-consumo
224 Manjares rituais: o Carnaval
225 Técnicas e saberes associados à guarda e uso de sementes
232 Alguns exemplos de técnicas de extracção e armazenamento de sementes
246 Sementeiras
247 Sementeira em alfobre ou viveiro
249 Sementeira em local definitivo
256 Capítulo 6 CIRCULAÇÃO DE PESSOAS E DE SEMENTES
259 As sementes que vieram de França
260 As inovações nas culturas: entre a relutância, a adaptação e o prazer da novidade
271 Variedades sem nome
273 A obrigação de retribuir
279 Capítulo 7 A SEMENTE QUE A LEI PORTUGUESA CONSENTE
279 O Catálogo Nacional de Variedades
290 O caso das sementes de hortícolas
294 Variedades locais/regionais ou variedades de conservação
298 Sementes «fora-da-lei»
301 A polémica em torno da proposta nova lei europeia das sementes
317 CONCLUSÕES
332 BIBLIOGRAFIA

sábado, junho 03, 2017

«Guardar as Sementes», de Maria Helena A.G. Marques, o novo livro que acompanha o Le Monde Diplomatique de junho. Com a parceria Deriva


GUARDAR AS SEMENTES
PRESERVAR A BIODIVERSIDADE AGRÍCOLA E A PLURALIDADE CULTURAL
de
MARIA HELENA A. G. MARQUES

À venda com a edição do jornal Le Monde Diplomatique, edição portuguesa, de junho 2017

ISBN: 978-989-8701-28-2
REFERÊNCIA: 1510011
FORMATO: 12x19 cm
1ª EDIÇÃO: Junho 2017
PAG.  352
Preço: 12 euros

Em Portugal, a prática milenar dos agricultores de colher e guardar sementes para posteriores sementeiras permanece viva, sobretudo no âmbito da agricultura familiar prioritariamente destinada ao consumo doméstico. Ela é expressão de um modelo social em que o ideal de autosuficiência se mantém presente, não obstante a crescente uniformização de processos e produtos cultivados, bem como do uso de sementes e plântulas comerciais e das restrições legais relativas à sua produção e circulação. Entre as sementes mais salvaguardadas estão as das variedades tradicionais, cuja 
especificidade resulta da especial adaptação aos lugares ecológica e socialmente distintos em que foram mantidas e, portanto, com a sua ligação à gastronomia local, à história familiar e colectiva. Neste livro, que resulta de uma pesquisa em antropologia, realizada sobretudo em Terra de Miranda e Beira-Serra algarvia, abordam-se diferentes perspectivas sobre a preservação de recursos fitogenéticos agrícolas e os interesses conflituantes em jogo, dando primazia ao ponto de vista daqueles que são os primeiros guardiões da agrobiodiversidade: os pequenos agricultores.


Índice
9 Introdução
14 Capítulo 1 DIVERSIDADE AGRÍCOLA E PLURALIDADE CULTURAL
19 A importância das variedades autóctones
21 O recuo da agricultura em Portugal: dos anos 70 do século XX ao século XXI
30 Capítulo 2 PATRIMÓNIOS EM CONFLITO
30 As plantas cultivadas: entre natureza e cultura
47 Capítulo 3 GUARDAR AS SEMENTES
49 Primórdios do estudo e conservação de plantas em Portugal
59 Ensino, investigação e difusão do saber agronómico em Portugal
63 O papel das ‘organizações da lavoura’ na difusão de novas técnicas agrárias
70 A prolífi ca Estação Agronómica Nacional
76 Os bancos de germoplasma vegetal
89 Banco Português de Germoplasma Vegetal (BPGV)
94 Um polémico Banco Global de Sementes
104 O papel das associações cívicas na preservação da agrobiodiversidade: o exemplo da Colher para Semear
111 Capítulo 4 DA ALDEIA DO NORDESTE TRANSMONTANO AO SÍTIO ALGARVIO
113 O sítio algarvio
114 Alto Trás-os-Montes e Terra de Miranda
119 O clima e o calendário agrícola
130 Entre a Serra do Caldeirão e o Barrocal
133 O Barrrocal
135 Diferentes climas e culturas agrícolas
140 O concelho de Loulé
142 Freguesias de Alte e de Salir
146 Monte Ruivo (Alte)
149 Brazieira do Meio (Salir)
149 O concelho de Silves
149 A freguesia de São Bartolomeu de Messines
155 Notas sobre o concelho de Ponte de Lima
159 A freguesia da Correlhã: lugar de Barros
162 Freguesia da Ribeira: lugar de Crasto
162 Freguesia Santa Comba: lugar de Santa Comba
163 Notas sobre o concelho de Cantanhede
166 Cordinhã
167 Freguesia de Portunhos: Pena
169 Capítulo 5 OS GUARDIÕES DE SEMPRE
170 Guardar sementes para poupar nos custos de produção
175 As sementes daqui
209 Semear para casa, plantar para vender; variedades rentáveis e para auto-consumo
224 Manjares rituais: o Carnaval
225 Técnicas e saberes associados à guarda e uso de sementes
232 Alguns exemplos de técnicas de extracção e armazenamento de sementes
246 Sementeiras
247 Sementeira em alfobre ou viveiro
249 Sementeira em local definitivo
256 Capítulo 6 CIRCULAÇÃO DE PESSOAS E DE SEMENTES
259 As sementes que vieram de França
260 As inovações nas culturas: entre a relutância, a adaptação e o prazer da novidade
271 Variedades sem nome
273 A obrigação de retribuir
279 Capítulo 7 A SEMENTE QUE A LEI PORTUGUESA CONSENTE
279 O Catálogo Nacional de Variedades
290 O caso das sementes de hortícolas
294 Variedades locais/regionais ou variedades de conservação
298 Sementes «fora-da-lei»
301 A polémica em torno da proposta nova lei europeia das sementes
317 CONCLUSÕES

332 BIBLIOGRAFIA

quinta-feira, junho 01, 2017

quarta-feira, maio 31, 2017

«Desobedecer às Indústrias Culturais», de Regina Guimarães, o último livrinho da coleção Cadernos Desobedientes, uma parceria Cultra/Deriva Editores

As “indústrias culturais” e “criativas” estão por todo o lado e moldam os produtos artísticos de modo a que eles respeitem os padrões e imperativos comerciais. Nas nossas cidades, as indústrias ditas cul... e cria... transformam vento em evento e mostram-se aptas a enquadrar a mega operação de gentrificação do edificado que, na sequência de décadas de abandono e de especulação imobiliária, ainda não tinha sido conquistado e/ou investido pelas classes abastadas. Não acreditamos em bruxas pero que las hay las hay...
A facilidade com que nos é dado denunciar o processo de falsificação e desmontar o funcionamento
mercantilista das ditas indústrias culturais/criativas poderia levar-nos a pensar que é igualmente fácil
lutar contra a sua hegemonia, desobedecer ao seu ditame, escolher e partilhar outras sendas e outras
situações no campo da criação artística lato sensu. Ora, nada é menos certo. Mas é desse desejo e de
gestos que procuram concretizá-lo que este livro fala.

Regina Guimarães (Porto 1957) é escritora e videasta. Desenvolve trabalho nas brechas e nas margens da escrita, do cinema, da tradução, da canção, etc.

Título Desobedecer às Indústrias Culturais
Autora Regina Guimarães
ISBN  978-989-8701-29-9
REFERÊNCIA 1810003
FORMATO 10,5 x 14,8 cm
Nº PAG. 64
1ª EDIÇÃO junho 2017

PVP 5 euros


O livro pode ser adquirido através do mail: infoderivaeditores@gmail.com - ver condições neste blog através do item loja



Coleção CADERNOS DESOBEDIENTES

Cadernos Desobedientes é uma iniciativa da Cooperativa Cultra, em parceria com a Deriva Editores, que pretende inspirar gestos que juntem ação concreta às palavras que incitam à desobediência. O mote de cada caderno é claro: fazer uma história da desobediência aos diferentes tipos de poder, dar a conhecer realidades sonhadas e combates presentes, argumentar razões para desafiar o instituído.
Em formato de bolso, estes cadernos são o inverso de cartilhas: querem-se instrumentos de debate e de lutas capazes de alargar o campo dos possíveis.

domingo, maio 21, 2017

«A Crise do Jornalismo em Portugal», coord. de José Nuno Matos, Carla Baptista e Filipa Subtil. Já nas livrarias


ISBN: 978-989-8701-26-8
REFERÊNCIA: 1510008
FORMATO: 12x19 cm
1ª EDIÇÃO: Janeiro 2017
PAG.  192
Preço: 9,50 euros

Organizadores:
José Nuno Matos, Carla Baptista e Filipa Subtil
Autores:
CARLA BAPTISTA
CARLA MARTINS
CARLOS CAMPONEZ
FILIPA SUBTIL
FREDERICO PINHEIRO
JACINTO GODINHO
JOÃO RAMOS DE ALMEIDA
JOAQUIM FIDALGO
JOSÉ CASTRO CALDAS
JOSÉ GOULÃO
JOSÉ LUÍS GARCIA
JOSÉ NUNO MATOS
JOSÉ REBELO
LILIANA PACHECO
MARIA JOÃO SILVEIRINHA
PEDRO CEREJO
SANDRA MONTEIRO
SARA MEIRELES GRAÇA
VASCO RIBEIRO

SINOPSE: O jornalismo é uma actividade historicamente fracturada, indecidida, com origens e práticas diversas, enraizadas na história e na cultura. A crise que atravessa tem aspectos estruturais (modelos de negócio frágeis, promiscuidade com o poder político e económico), alguns dos quais decorrentes de uma história recente (perda de receitas publicitárias e de públicos; disrupção
tecnológica e identitária).
A versão portuguesa da crise, analisada neste livro, intensifica factores como a desregulação das relações laborais, uma afasia crítica e reflexiva que se traduz na ausência de modelos alternativos de existência; desequilíbrio e distorção na representação de grupos e problemáticas sociais; perda de autonomia dos jornalistas; fortalecimento dos discursos hegemónicos em detrimento do pluralismo e da independência. É um quadro pouco esperançoso.
O conjunto de artigos aqui reunidos, da autoria de jornalistas, académicos e investigadores na área dos media, pretende contribuir para a inversão deste cenário. Porque a esperança se alimenta de um debate aberto e informado.

Porquê o silêncio sobre a praxe? «Desobedecer à praxe» um livro de Bruno Moraes Cabral e João Mineiro

Porque o silêncio sobre a praxe se tem tornado insuportável, neste livro poderão encontrar um desafio ao debate e, sobretudo, um convite para a ação. Desobedecer à Praxe procura desconstruir os argumentos que têm legitimado a praxe académica, traçar uma história do fenómeno entre o século XVIII e a primeira década deste milénio e propor estratégias para passar da crítica à ação concreta.

Bruno Moraes Cabral é realizador. O seu filme Praxis, sobre a praxe académica, obteve o prémio de Melhor Curta-Metragem da competição nacional no DocLisboa 2011.

João Mineiro é sociólogo e investigador. Foi dirigente estudantil no ISCTE-IUL entre 2010 e 2015.

Título Desobedecer à Praxe
Autor Bruno Cabral e João Mineiro
ISBN  978-989-8701-16-9
REFERÊNCIA 1810001
FORMATO 10,5 x 14,8 cm
Nº PAG. 96
1ª EDIÇÃO outubro 2015

PVP 5 euros


O livro pode ser adquirido através do mail: infoderivaeditores@gmail.com - ver condições neste blog através do item loja

quarta-feira, maio 03, 2017

«Dons e Disciplinas do Corpo Feminino» de Inês Brasão, no Porto e em Lisboa





Foi assim no Porto, vai ser assim em Lisboa (dia 4) a apresentação do livro «Dons e Disciplinas do Corpo Feminino» de Inês Brasão, apresentado, no Porto, por Helena Topa e Bruno Monteiro. A Deriva, a Outro Modo e o Le Monde Diplomatique, presentes.